Geral BRASIL

Varíola dos macacos: confira os sintomas e saiba como se proteger

Por Redação

04/08/2022 às 15:22:49 - Atualizado há

Declarada como emergência de saúde global, a varíola dos macacos é uma zoonose causada pelo vírus hMPXV (sigla para Human Monkeypox Vírus). A primeira morte pela enfermidade foi registrada em Belo Horizonte no dia 29 de julho.

Neste texto, você vai saber quais são os sintomas da varíola dos macacos, como se proteger, qual melhor tratamento e como é a transmissão, entre outros. Confira!

Sintomas da varíola dos macacos:

Primeiros sintomas:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Dores nas costas
  • Linfonodos (gânglios linfáticos) inchados
  • Calafrios
  • Exaustão

De dois a três dias:

  • Lesões na pele, geralmente no rosto, boca, pés e peito
  • Lesões nos genitais

Como se proteger?

Para se proteger, recomenda-se:

  • distanciamento físico
  • uso de máscaras de proteção
  • higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.

Como acontece a transmissão?

  • Contato com com gotículas respiratórias expelidas por alguém infectado (humano ou animal);
  • Contato com as lesões na pele causadas pela doença ou por materiais contaminados, como roupas e lençóis;

Qual o melhor tratamento?

Assim como ocorre com o Coronavírus, o tratamento da varíola dos macacos também requer isolamento de 21 dias, sob observação médica. É importante cuidar das erupções deixando-as secar e as cobrindo com um curativo úmido. Além disso, evitar tocar nas feridas, na boca e olhos.

É possível usar a vacina da varíola humana contra varíola dos macacos?

A vacina para varíola de humanos já não existe no Brasil desde 1980 e, de acordo com o infectologista Leandro Curi, ela teria 85% de sucesso para o tratamento da varíola dos macacos. Porém, seria necessário retomar a produção dela no país.

+ Varíola dos macacos: vacina pode frear, afirma especialista de BH

Origem: como surgiu essa doença?

O nome monkeypox se origina da descoberta inicial do vírus em macacos em um laboratório dinamarquês em 1958. O primeiro caso humano foi identificado em uma criança na República Democrática do Congo em 1970.

Atualmente, há duas cepas distintas do vírus: a cepa da Bacia do Congo (África Central) e a cepa da África Ocidental. As infecções humanas com a cepa da África Ocidental parecem causar doença menos grave em comparação com a cepa da bacia do Congo.

Com informações de Agência Brasil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e Instituto Butantã.

Fonte: O TEMPO
Comunicar erro
Dia a Dia Notícias

© 2022 Copyright © 2022 - Dia a Dia Notícias. Todos os direitos reservados.

•   Política de Cookies •   Política de Privacidade    •   Contato   •

Dia a Dia Notícias